★ 4,0Dr. Eureka
Passar bolinhas coloridas de um tubo de ensaio para outro até reproduzir a fórmula, sem tocar nelas. Rapidez aliada à delicadeza.
Coordenação motora fina é mover as mãos e os dedos de forma precisa e bem ajustada, em conjunto com os olhos: manter a mão firme, dosar a força, pegar peças pequenas com segurança. Na idade pré-escolar, o progresso é rápido. Por volta dos três anos, as crianças pegam objetos pequenos com a ponta do polegar, do indicador e do dedo médio; por volta dos quatro, muitas seguram o lápis entre os três primeiros dedos; aos cinco, cortam com a tesoura ao longo de uma linha. O desenvolvimento não termina aí: a motricidade e o pensamento amadurecem, ambos, ao longo de muitos anos.
Os jogos de destreza oferecem muita prática com retorno imediato: a torre balança, a bolinha cai, a vareta se mexe. Nesta seleção, os jogadores empilham (Jenga), retiram com cuidado (Pega-Varetas), manuseiam tubos de ensaio (Dr. Eureka) e constroem a partir de um modelo (Speed Cups). Jogos de colocação de peças e de raciocínio, como Tangram, combinam dedos habilidosos com raciocínio espacial.
Para os menores, contam peças grandes e fáceis de agarrar: Pega-Varetas é indicado a partir de 4 anos. O aviso de que um brinquedo não é adequado para menores de 3 anos alerta, aliás, para perigos como peças pequenas que podem ser engolidas, e não para tarefas difíceis demais. Se seu filho perde a precisão sob pressão de tempo, jogue primeiro sem relógio.
★ 4,0Passar bolinhas coloridas de um tubo de ensaio para outro até reproduzir a fórmula, sem tocar nelas. Rapidez aliada à delicadeza.
★ 4,0Empilhar ou enfileirar cinco copos num piscar de olhos, como mostra a carta, e depois bater no sino!
Sete formas simples para reproduzir a silhueta indicada: o clássico atemporal dos quebra-cabeças de colocação de peças.
6+★ 4,0Passar bolinhas coloridas de um tubo de ensaio para outro até reproduzir a fórmula, sem tocar nelas. Rapidez aliada à delicadeza.
Escolha da redação
7+★ 4,0Empilhar ou enfileirar cinco copos num piscar de olhos, como mostra a carta, e depois bater no sino!
Escolha da redaçãoSete formas simples para reproduzir a silhueta indicada: o clássico atemporal dos quebra-cabeças de colocação de peças.
Escolha da redaçãoOrganizar os próprios blocos em uma corrida até formar exatamente o padrão da carta: um jogo rápido de percepção espacial.
6+★ 4,3Tirar blocos da torre bamba e colocá-los no topo até ela cair: emoção e coordenação motora fina em estado puro.
4+★ 4,0Tirar as varetas do amontoado uma a uma, sem que outra se mexa: mãos firmes e paciência em um jogo de destreza atemporal.
5+★ 4,2Memorizar uma figura e depois colori-la de memória, sem errar e o mais rápido possível: memória, rapidez e coordenação motora fina reunidas.
8+★ 3,8Um projeto, três papéis: um vê o projeto, mas só pode gesticular; outro interpreta os gestos; outro constrói às cegas. A obra só sai com a equipe unida.
Aqui estão todos os jogos da nossa coleção que associamos à área de desenvolvimento da coordenação motora fina, do jogo indicado a partir de 4 anos até Tangram, a partir de 8. Na maioria deles, a coordenação motora fina ocupa o primeiro lugar no perfil de habilidades; em um deles, é outra área, a percepção e a rapidez. Cada jogo é resenhado individualmente neste site; as idades indicadas vêm das editoras.
Varia conforme o jogo: mão firme e cuidado ao retirar as varetas em Pega-Varetas, força bem dosada ao empilhar em Jenga. Em Speed Cups, o jogador capta um modelo e o traduz em gestos das mãos; aqui importa a coordenação entre olhos e mãos. Jogos de colocação de peças e de raciocínio, como Tangram, exigem, além disso, girar peças mentalmente. O que fica em primeiro plano aparece no perfil de habilidades de cada resenha.
Instituições especializadas indicam pontos de referência aproximados: por volta dos 3 anos, as crianças pegam objetos pequenos com a ponta do polegar, do indicador e do dedo médio; aos 4, seguram o lápis entre as pontas dos três primeiros dedos; aos 5, cortam com a tesoura infantil ao longo de uma linha. Para crianças de três anos, a Academia Americana de Pediatria recomenda, por exemplo, enfiar contas grandes de madeira, construir com blocos e montar quebra-cabeças simples. Cada criança tem o seu próprio ritmo.
Há uma relação: em uma análise de vários estudos longitudinais, as habilidades motoras finas na entrada na escola previram o desempenho posterior em matemática e leitura. Em um estudo com 213 crianças, o que mais se relacionou a melhores resultados em testes escolares foi copiar formas desenhando-as a partir de um modelo. Esses estudos, porém, não mostram se a prática dirigida com jogos melhora o desempenho escolar; o que é causa e o que é efeito continua em aberto.
Primeiro: as crianças se desenvolvem em ritmos diferentes nesta área. Ajudam jogos em que todos ganham ou perdem juntos e jogos de velocidade, no início sem relógio. Os adultos podem se impor uma desvantagem, por exemplo jogando com a mão mais fraca. Em jogos de empilhar, o desabamento muitas vezes provoca mais risadas do que frustração. Se seu filho parece bem mais desajeitado do que as crianças da mesma idade nos movimentos das mãos e dos dedos, converse com o pediatra.