★ 4,2Camelot Jr.
Fazer o cavaleiro e a princesa encontrarem-se: um jogo de lógica a solo com desafios de dificuldade crescente.
Um jogo de tabuleiro é uma prenda que só se desembrulha por completo à mesa: reúne crianças, pais e avós, durante as festas e muito depois delas. Ao mesmo tempo, as crianças exercitam aquilo a que os profissionais chamam funções executivas: controlo de impulsos (inibição, ou seja, conter um primeiro impulso), memória de trabalho (reter informações na cabeça e trabalhar com elas) e flexibilidade cognitiva (mudar de abordagem quando a situação muda). Nenhuma criança nasce com estas capacidades, mas nasce com o potencial para as desenvolver; amadurecem ao longo da adolescência e ainda na idade adulta jovem.
O que se pode pedir a um jogo depende, por isso, muito da idade. Aos três ou quatro anos, muitas crianças descobrem jogos de regras simples, mas ainda precisam de adultos que joguem com elas e ajudem a cumprir as regras. A partir da idade escolar, tornam-se interessantes os jogos de cartas, de raciocínio e de estratégia, em que é preciso memorizar cartas e planear várias jogadas com antecedência. Por isso, esta seleção está organizada por faixas etárias: dos jogos para os mais pequenos, passando pelos jogos de raciocínio para uma pessoa e pelos jogos cooperativos, até aos jogos táticos e de palavras que também desafiam os adultos.
Na escolha, ajuda observar o seu filho: gosta de rapidez, de puxar pela cabeça, de construir ou de histórias? Já percebe bem as regras dos jogos? Um jogo adequado desafia sem exigir demasiado e permite aumentar a dificuldade, por exemplo com desafios mais difíceis ou regras adicionais; caso contrário, torna-se rapidamente aborrecido. E é preciso que alguém jogue com a criança.
★ 4,2Fazer o cavaleiro e a princesa encontrarem-se: um jogo de lógica a solo com desafios de dificuldade crescente.
Nove dados com imagens, histórias sem fim: um jogo de contar histórias sem vencedores nem vencidos.
★ 4,3Todas as peças no tabuleiro, cada peça nova a tocar só num canto de uma peça própria: estratégia espacial em estado puro.
★ 4,1Explicar uma palavra sem usar as cinco mais óbvias: descrever com criatividade contra o relógio, em equipa.
Nesta idade, muitas crianças descobrem os primeiros jogos de regras. As crianças só aprendem aos poucos a cumprir regras e a perder; por isso, poucas regras, partidas curtas e algo para manusear são o ideal: empilhar, agarrar, observar com atenção. Conte com a necessidade de jogar com a criança no início. Se houver em casa irmãos mais novos, com menos de três anos, tenha atenção às peças pequenas.
Memorizar durante dez segundos e depois responder a perguntas: jogo de memória em formato de bolso.
Escolha da redação
4+★ 4,2Fazer o cavaleiro e a princesa encontrarem-se: um jogo de lógica a solo com desafios de dificuldade crescente.
Escolha da redação
3+★ 4,2Encaixar peças de madeira sem falhas na área indicada: um jogo de raciocínio espacial versátil, que cresce com a capacidade da criança.
Escolha da redaçãoAgora, muitas crianças começam a gostar de jogos com regras, com grandes diferenças de interesse e de capacidade. Ofereça algo que desafie sem exigir demasiado: jogos de raciocínio como Rush Hour Junior levam de um início fácil a desafios complicados. Quem não gosta de perder pode optar por um jogo cooperativo, em que todos ganham ou perdem em conjunto.
6+★ 4,2Exatamente cinco frutas iguais? Campainha! O clássico dos reflexos por excelência, que de passagem também põe à prova a perceção de quantidades.
Escolha da redação
6+★ 3,8Em formato de viagem, desafios em 2D e 3D: o jogo de raciocínio polivalente para levar consigo.
Escolha da redaçãoNove dados com imagens, histórias sem fim: um jogo de contar histórias sem vencedores nem vencidos.
Escolha da redação
5+★ 4,0Um veículo ficou preso no engarrafamento: puzzle deslizante e desafio de lógica em quatro níveis.
Escolha da redação
6+★ 4,1Quatro características, um só olhar: quem primeiro reconhece um Set válido fica com ele. Concentração em estado puro.
Escolha da redação
6+★ 4,0Empilhar ou alinhar cinco copos num instante, como mostra a carta, e depois bater na campainha!
Escolha da redaçãoNa idade escolar, um jogo já pode exigir mais raciocínio: guardar cartas na memória, planear jogadas com antecedência, como em Blokus, ou ponderar quando é melhor parar. Muitos jogos desta faixa etária também divertem os adultos. Para horas tranquilas a sós, servem jogos de raciocínio como Rush Hour ou Gravity Maze.
8+★ 4,0Os pintores dão as imagens certas e a direção do museu tem de reconhecer as falsificações misturadas por Belratti: um encantador jogo cooperativo de associação.
Escolha da redação
7+★ 4,3Todas as peças no tabuleiro, cada peça nova a tocar só num canto de uma peça própria: estratégia espacial em estado puro.
Escolha da redação
8+★ 4,3Imagens de sonho, pistas subtis: o jogo que exige ao mesmo tempo sensibilidade linguística e empatia.
Escolha da redação
8+★ 3,9Diga num instante o que há em maior número nas cartas à vista: cor? Animal? Ou será «Dodelido»? Parece fácil. Não é.
Escolha da redação
8+★ 4,2Agarrar o objeto certo, ou o que nem sequer está representado: reação e controlo de impulsos sob pressão do tempo.
Escolha da redação
8+★ 3,8Construir torres para que a bola vá do início ao destino: quebra-cabeças em 3D com a recompensa de uma pista de berlindes.
Escolha da redação
7+★ 4,2Símbolos iguais? Agarrar o totem num instante, mas os símbolos são diabolicamente parecidos.
Escolha da redação
8+★ 3,7Jogar cartas e contar em voz alta: quem chegar a 77 ou mais, ou a um número de algarismos iguais, perde uma ficha.
Escolha da redaçãoDecifrar o código secreto de cores: dedução em estado puro, o clássico de lógica para dois.
Escolha da redação
8+★ 4,0Amebas em fuga: os dados mostram qual delas se procura, e o caminho até lá segue regras traiçoeiras.
Escolha da redaçãoLançar os dados, calcular, arriscar: continuar a lançar ou garantir a minhoca? Uma avaliação de riscos que vicia.
Escolha da redação
8+★ 4,2Virar navios e garantir os ganhos antes de arriscar demais: um emocionante jogo de cartas de arriscar a sorte, num porto de piratas.
Escolha da redação
8+★ 4,2Levar o próprio peão até ao lado oposto e travar o adversário com paredes: lógica elegante num tabuleiro-labirinto.
Escolha da redação
8+★ 4,3O carro vermelho tem de sair do engarrafamento: o padrão pelo qual se medem todos os jogos de lógica.
Escolha da redaçãoSete formas simples a colocar de modo a formarem a silhueta indicada: o clássico intemporal dos puzzles de colocação de peças.
Escolha da redaçãoQuem põe a sexta carta recolhe a fila: lógica dos números, noção do risco e um delicioso prazer com o azar alheio.
Escolha da redação
7+★ 4,0Virar números escondidos e juntar três iguais: ganha quem memoriza bem e arrisca com coragem. Uma ideia de jogo simples e incisiva.
Escolha da redaçãoCom alguma prática, as crianças desta idade podem tornar-se muito boas em jogos de estratégia. Agora servem jogos com mais tática e partidas mais longas. Para noites a dois, há Lost Cities - Exploradores ou o cooperativo Sky Team; para grupos grandes, Toma 6!, que já funciona a partir dos 8 anos, com até dez jogadores. O importante continua a ser que o desafio cresça com a criança.
12+★ 4,0Desarmar uma bomba em equipa: deduzir de pistas escassas o valor dos fios ocultos e cortá-los. Spiel des Jahres 2025 (prémio alemão de jogo do ano).
Escolha da redação
10+★ 4,0A dois, iniciar expedições e pôr as cartas por ordem crescente; cada expedição começada tem de cobrir primeiro os seus 20 pontos de custo. Duelo emocionante.
Escolha da redaçãoAterrar um avião a dois: colocar dados em silêncio nos lugares certos do cockpit e cooperar na perfeição. Um denso duelo cooperativo de concentração.
Escolha da redação
13+★ 4,1Explicar uma palavra sem usar as cinco mais óbvias: descrever com criatividade contra o relógio, em equipa.
Escolha da redaçãoAqui estão todos os jogos que neste site assinalamos como «Escolha da redação», ordenados pela idade indicada pela editora. Cada um é analisado individualmente, com a descrição de como se joga e o perfil de competências. As faixas etárias são uma referência: saber se um jogo serve depende também dos gostos, da paciência e da experiência de jogo do seu filho.
É uma orientação aproximada, porque crianças da mesma idade são muito diferentes. Mais vale não oferecer um jogo cedo demais: quem falha constantemente perde depressa o gosto por ele. Para cima, a indicação é aberta: muitos jogos continuam a ser atraentes muito para além da idade mínima. Diferente é o aviso de que o jogo não é adequado a crianças com menos de três anos: alerta para perigos para crianças pequenas, por exemplo devido a peças pequenas que podem ser engolidas. Leve-o a sério, sobretudo se houver irmãos mais novos em casa.
As crianças só aprendem a perder aos poucos; na idade pré-escolar, isso ainda não tem de resultar. Aliviam a pressão os jogos em que todos ganham ou perdem em conjunto; nesta seleção, por exemplo, Sky Team, a partir dos 10 anos. Nos jogos de raciocínio para uma pessoa, como Camelot Jr., ninguém perde. Nos jogos competitivos ajudam partidas curtas e adultos à mesa: quando cada um ganha umas vezes e perde outras, é mais fácil para a criança aprender a encaixar uma derrota.
Nos jogos que exigem destreza, concentração, persistência ou o cumprimento das regras, a criança mais nova fica quase sempre em desvantagem e a mais velha sente-se travada. Servem melhor os jogos sem certo nem errado, como Rory's Story Cubes: Classic, os jogos cooperativos ou as equipas formadas por uma criança mais nova e um adulto. Deixe os mais velhos explicar à vontade: ambos beneficiam.
Geralmente basta um, que combine bem com a criança. Caixas de brinquedos a abarrotar sobrecarregam as crianças mais do que as estimulam; os profissionais aconselham menos brinquedos, mas duradouros, que se possam ir completando aos poucos. Com os jogos, isso resulta bem: para Rush Hour há cartas adicionais e, para Dixit, novas cartas ilustradas. Mais importante do que o preço é, de qualquer modo, que alguém jogue: mais vale jogar pouco tempo, com atenção total, do que durante muito tempo e sem empenho.